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Volvo Ocean Race
Histórico
Sob o comando de Sir Francis Chichester and Sir Robin Knox-Johnston — dois grande nomes da vela internacional, imortalizados por seus feitos inéditos em circunavegações em solitário —, em 1973 aconteceu a primeira edição desta competição, batizada na época “The Whitbread round the World Race”, o mais exigente, arriscado e longo desafio esportivo que o mundo havia conhecido até então.
Extremamente perigosa, logo em sua primeira regata três participantes perderam-se no oceano, varridos do deck de seus barcos pelas ondas. O fato levou à idéia de que esta seria a primeira e última edição. Mas o desejo por desafios irrestritos e uma competição motivante, fez com que a regata tomasse lugar a cada quatro anos.
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Largou! Marstrand amanheceu com o céu claro e até uma boa brisa. Na hora da largada, o vento soprava a 10-12 nós de oeste e a enorme frota de barcos de expectadores se avizinhava da flotilha de VO70. “Uma visão incrível” comentou Guy Swindells, o MC oficial da regata e comentarista de rádio do site.
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Na festa da Xuxa (você dança o pega estica e puxa…) da flotilha da VOR nossa nave sueco azulada de coração verde e amarelo continua nos píncaros. E olha que quando Torben pediu o “Combo N° 1” no balcão da Volvodonald’s, a mocinha perguntou: - Gostaria de um adicional? E ele respondeu: - Sim, o TeleAzul de quarto pra lá e o Puma de terceiro pra lá para eu ser campeão por antecipação. E foi atendido!! Pelo menos por enquanto… Eu amo muito tudo isso!
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Regozijai população tupiniquim! Na terra dos vikings, o guerreiro niteroiense de origem nórdica, mostrou novamente a força da lança de Odin e do martelo de Thor e, depois de comer o pão que o diabo amassou nesta perna, garantiu mais 8 pontos na tabela e mais uma vitória para o seu Ericsson 4. Oxalá!
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Agora sim!! Finalmente além da competência a galera do E4 está com sorte de campeão! Sem querer desmerecer os pensamentos táticos de Torbeta e Jules Salter, o navegador, até que o acaso sorriu para eles neste manhã européia. Hoje, às 0700GMT, os caras retomaram a liderança em uma rondadinha de vento em frente à costa belga. Uhuu!
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E direto do front, nosso comandante escreveu para contar o que rolou por lá. Confira.
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Esta foto está aí porque a organização da VOR “inventou” este super catamarã a motor com uma antena de transmissão em banda larga para melhorar a cobertura da regata e enviar, em tempo real, textos, áudio e vídeo para o mundo (ou seja, nós). Só que esqueceram um detalhe… Em condições de mar e vento como a desta oitava perna a lancha não consegue acompanhar nem de longe os VO70. Tiveram que desistir! Por enquanto…
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As primeiras 24h da oitava perna da VOR foram duras para todos. Para nossos heróis no E4 foi pior ainda… Depois de sair na liderança da baía de Galway, onde todos unanimemente reputaram como o mais simpático, caloroso e surpreendente stopover desta edição da regata, a maionese sueco-internacionalizada sob chef brasuca, começou a azedar.
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Largou! Lá em Galway, na costa oeste da Irlanda acabou de largar a oitava perna da Volvo Ocean Race 2008/9. Para nossa alegria o barco que lidera o ataque ao Atlântico Norte é o sueco verde e amarelo do comandante orelha.
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No intervalo céltico da copa do mundo da vela de oceano, de porto e de portão as coisas estão ficando cada vez mais bonitas pros lados da Volvo Ocean Race e a competição vai ganhando ares de Copa do Mundo misturada com Fórmula 1da vela. É certo que o fato dos meninos mimados de carteira grande e cabeça pequena terem feito o que fizeram com a 33ª Copa América ajuda bastante, haja vista o interesse dos times de vela mais ricos e bem organizados do planeta (os da Copa, claro!) estarem se bandeando para os lados da volta ao mundo. Coisa impensável alguns anos atrás!
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Mais de 60 mil pessoas acompanharam a regata de porto e a vila anda cheia como na China. Bochecha escreveu contando um pouco da in-port e de Galway. Confira.
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Puma vence in-port irlandesa. Irlandeses ficam em último em casa. Telefônicas completam o pódio.
Na baía de Galway, na costa oeste irlandesa, novamente foram corridas hoje duas regatas que somadas dão o resultado do prova de porto no país céltico. E esta é a penúltima vez que isso acontece nesta edição da VOR.
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E para finalizar uma quente direto do aeroporto. Eis que este manza encontra Marcelo “Playboy” Ferreira embarcando para Boston onde vai correr a In-Port lá com o Delta Lloyd no sábado. Bom voo e boa sorte para ele! E muita força na peruca para Bochecha, Stu e Chunny, os outros “brasucas” da tripula!
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Que maravilha! Depois de passar no portão de Fernando de Noronha em segundo e ver o TeleAzul abrir na liderança, depois de reconquistar a ponta depois de ambos entrarem no modo invisível, eis que Torben Grael e seus asseclas no E4 cruzaram hoje, precisamente às 2105GMT a linha de chegada em Boston em primeiríssimo lugar. Uhuu!!
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É primeirão!!! Hoje na VOR depois de duas jogadas escondidas, Torben e o E4 mostraram porque são os favoritos da parada. É que o TeleAzul de Bouwe Bekking e depois o E4, do próprio Turbina, entraram em modo invisível (stealth play) e se esconderam por 12 horas da concorrência e do mundo. Já na volta…
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“Por aqui estamos numa Drag Race meio monótona e muito molhada devido ao través estreito. Tem a vantagem de que vai bem rápido.
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Depois de 5 dias navegando desde as entranhas da Guanabara, rumando sempre para o norte, a flotilha da VOR finalmente se viu ontem às portas do paraíso: o portão de pontuação de Fernando de Noronha. Bouwe Bekking, que ganhou tudo no Brasil, e seu TeleAzul colecionaram os 4 pontinhos da passagem em primeiro. Quase 3 horas depois o E4, do comandante Grael, colocou mais 3,5 pontos na carteira e lidera tudo com 69,5 pontos contra 59 do Puma e 58,5 do TeleAzul.
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E como o que nos mobiliza é a VOR, vamos rapidamente a ela. Depois dos maravilhosos dias passados no Rio de Janeiro, onde rolou de tudo: festinha, in-port, pro-am e até regatinha de rádio-controlado, os bravos guerreiros do oceano estão de volta a luta. E que luta!!
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Puma a 128 milhas do líder e Dragão a 412. TeleAzul em último a 564.
Como escrevi no blog da Puma, ETA vida dura!! Caraca! Quanto mais os caras rezam, mais assombração aparece. Uma alta está estacionada bem em frente a flotilha e na ansiosa vontade de chegar ao Corcovado os bravos navegadores que vêm da China só vêem (agora sem acento…) o ETA ficar cada vez mais longe. Sinistro!!
Sinta as palavrinhas de nosso comandante em chefe que agora veleja no “través” de Rio Grande:
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Trinta e seis dias após a largada de Qingdao, na China, com destino ao Rio de Janeiro, o líder Ericsson 3, barco de tripulação nórdica do Ericsson Racing Team, cruzou neste sábado a barreira das 1000 milhas náuticas de distância da linha de chegada da quinta etapa da Volvo Ocean Race 08-09. O Ericsson 4, comandado pelo brasileiro Torben Grael, permanece em segundo lugar, a 86 milhas náuticas dos líderes.
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Santos raios duplos Batman!! Depois da sempre épica batalha contra o oceano Austral não é que rolou… Uma merrequinha. É mole?! Como diria o José Simão, na Folha, “é mole, mas…”. Bem, deixa pra lá!
O fato é que depois de inacreditável fuga pelo norte, os nórdicos (nada mais natural!) do Ericsson Racing Team mantiveram a liderança e agora marcam Torben e Cia. no E4, ficando, como manda o manual, entre os adversários e a linha. Faz parte!!
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